O Exorcismo de Emily Rose

Esse não chega a ser um filme que mexa com os sentimentos. Dá uns sustos, mas não passa disso .“O Exorcismo de Emily Rose” é um filme com boa história, mas que engana aos amantes do terror, contudo, vale a pena ser assistido, pois levá-nos a questionamentos basicos, do tipo "o que é certo e o que é errado na hora de salvar uma vida"? "Devemos dar ouvidos sempre à razão, ou uma dose de fé poder fazer efeito nas horas em que nada resolve"?

O filme baseia-se no, segundo a sinopse do próprio filme, único caso de exorcismo reconhecido pela igreja católica nos tempos contemporâneos. Ele conta a história de um padre que é acusado por ter feito com que Emily seguisse seu conselho de ser exorcizada para ser liberta dos ataques esquisofrênico-epiléticos que vinha tendo em vez de ser tratada por médicos. A partir daí, o padre passa a ser julgado, e a cada apresentação de testemunhas e provas, é conhecido um pouco mais de Emilie e do que ela sentia.

É um filme que mexe mais com o consciente do que com o subconsciente, pois trás em si o questionamento de “até quando a fé deve ser levada em conta? Até quando respeitar o direito da fé das pessoas antes de tentar uma medida mais ‘palpável’”?

Como já disse, é um filme que vale a pena, com uma boa história, que dá alguns sustos, mas que não satisfaz no quesito “medo de verdade” (terror). Neste quesito, eu ainda prefiro “O Grito”.

Aliás, falando em cinema japonês, vocês já leram o mangá “Ring - O Chamado” lançado pela Conrad Editora? Pois se não leram, não sabem o que estão perdendo.

Com arte de MIsao Inagaki, história adapatada por Koji Suzuki e roteiro de Hiroshi Takahashy, este é um mangá ótimo para quem nunca leu o gênero "terror" em quadrinhos. Muitos podem dizer, como já me disseram: mas uma revista não dá susto, dá?! Aí é que está: ela não tem efeitos especiais, porém, a cada comentário, cada fala, cada figura, você sente a adrenalina subindo cada vez mais. Outro ponto positivo do mangá é o fato de que ele explica, de uma maneira mil vezes mais coerente do que o filme americano, porque a fita existe e quem matou quem, afinal. Tá certo que é diferente do filme japonês também, mas é muito bom. Eu assisti o filme americano, o japonês e li o mangá. Dos três, fico com o mangá, disparado na frente. Só falta ler o livro, que eu ainda não tive tempo de procurar uma versão em inglês (será que tem?).
Esta é a capa da número um...

...e esta a do número dois, que completa a série.

Até mais, pessoal.

Ah, e não esqueçam de deixar um comentário, hein?! Digam se assistiram ao filme, leram a revista, se gostaram ou não, enfim, escrevam =D

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