18 maio 2015

Pequenas Alegrias do Dia-a-Dia - DIA 01

18 DE MAIO, 2015


Nem sei se vou continuar escrevendo esta série depois de hoje.

Desprender-se é uma parte muito difícil da vida da gente, principalmente quando passamos por relacionamentos duradouros.

Devo confessar que, profissionalmente, estou saindo do relacionamento mais longo que já tive. Foram 5 anos e 8 meses (sem contar meus trampos freela de tradução, mas este é um relacionamento bandido, cheio de idas e vindas, rs).

Claro que nem todos os dias foram alegres. Nem todos os dias eu queria me apresentar para este compromisso. Havia dias em que eu queria simplesmente sumir.

Nem tudo é perfeito.

Havia dias em que eu só queria estar em outros lugares.

Havia dias em que eu flertava com outras oportunidades, que eu até cheguei a sair com "outros", rs.
O bem da verdade é que às vezes, nestes relacionamentos, nos sentimos meio usados.

Mas a verdade é que esta série de postagens – assim espero que seja: um post de muitos futuros – não é pra falar em um passado de uma semana, um mês atrás. Estas postagens serão para falar de coisas que se passaram há pouco tempo, mas tão pouco que se confundem com o presente, não fosse o relógio para nos lembrar que agora não é igual há um segundo, que hoje de manhã muita coisa aconteceu e fez eu agir de tal forma que me levasse a sentar aqui na frente do computador, ouvindo sei lá o quê, digitando umas poucas letras.

Minha pequena alegria desta manhã

Talvez estes textos fiquem mais complexos com o passar do tempo (esta é minha esperança). O bem da verdade é que eu acho que não haverá um "DIA 02" para esta série. Mas eu quero muito escrever o segundo! E o terceiro, o quarto, o quinto, etc.

Hoje, só quero falar de algo bem pequeno, mas que me tira do sério.

Quem tem filho pequeno e tem o compromisso de tirá-lo da cama cedo de manhã sabe o que sinto.

Quero falar sobre CAMAS MOLHADAS.

Minha pequena alegria de hoje foi não ter que colocar roupas de cama para lavar por causa de um xixizinho noturno do meu filho. Muita gente deve pensar "nossa, mas que bobeira". Pois é. É uma bobeira, mas só quem tem que tirar uma criança da cama, trocar ela toda – não esquecendo de limpá-la para que não fique cheirando mal –, pegar lençóis, cobertores e até travesseiros e colocá-los na máquina de lavar – principalmente nesta crise hídrica dos infernos que estamos passando aqui em São Paulo – sabe como é gratificante acordar, ir até o quarto ao lado e perceber que o pimpolho continua quentinho e cheiroso como você o tinha colocado na cama na noite anterior.

Então é isso: meu agradecimento de hoje vai para o pequeno aparelho urinário do meu filho ;)

ATUALIZAÇÃO
Já fazem algumas semanas que o Paulo Victor não faz xixi na cama. Claro que sei que isso não será uma constante. Não tenho vergonha nenhuma em dizer que fiz xixi na cama até meus 10, 11 anos de idade (e devo dizer que, vez ou outra, mais velho, inclusive na casa de amigos da adolescência (desculpem-me - vocês sabem quem são, rs). Mas estou feliz por hoje.

Como disse, quero muito que as "Pequenas Alegrias do Dia-a-Dia passem da edição número 01, mas, por enquanto, não consegui ainda.

Vamos tentando ;)
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