08 setembro 2007

Eu mesmo "revisited" II

Segue mais um texto revisado. Como no outro, algumas coisas mudaram. Outras continuam a mesma coisa e outras ainda aumentaram, como o amor por Jesus, que a cada dia me seduz mais e mais com o seu amor despreocupado. Nada pra postar, mas com muito amor... Ultimamente não estou muito inspirado para escrever. Não que eu esteja melancólico, ou algo assim. Na verdade, estou bem feliz. Feliz comigo, principalmente. Não que eu seja muito bom, mas Deus tem feito maravilhas na minha vida. A cada dia que passa, tento fazer menos cagadas, e isso é bom pra mim, praqueles que se relacionam comigo e para o meu relacionamento com Deus (este tem melhorado a cada dia, uma vez que deixei de vê-lo como um carrasco e passei a enxergá-lo como um amigo). Estou muito feliz mesmo! Ainda que eu continue sem grana, que eu esteja dormindo quase nada pelo fato de ser um mané que não consigo ir pra cama cedo, às vezes porque estou traduzindo muito pra poder ganhar dinheiro e pagar as contas, às vezes porque simplesmente quero aproveitar o dia ao máximo; apesar de todas as desventuras da minha vida, eu só posso dizer uma coisa: estou feliz! Por quê? Bom, pra começar, porque eu estou respirando, tenho uma vida maravilhosa e uma noiva que continua me amando, apesar das derrapadas que a gente dá. Meus pais me amam, e eu os amo. Nos entendemos muito bem (é claro que já tivemos divergências, mas graças a Deus a adolescência já passou) e sempre estamos prontos a nos ajudar. Fora isso, como se não bastasse, eu tenho uma saúde boa (antes eu achava ela perfeita, mas depois de observar o que é realmente "perfeito", decidi que minha saúde está "boa para quem mora em SP") e, acima de tudo, tenho um Deus que me ama e me compreeende, que enviou seu filho para morrer no meu lugar para que hoje eu tivesse vida abundante. Esse filho é Jesus Cristo. Taí, vou falar um pouco sobre minha crença. Pra muita gente que me conhece e não tenha percebido, eu sou cristão sim, e eu gostaria muito que você, meu amigo, ou visitante deste blog, experimentasse toda a alegria que Jesus Cristo pode proporcionar. Estou falando de Jesus, não de um religião. A oferta do Cristo para o mundo é uma vida abundante. Esta vida abundante não é livre de problemas e tristezas, e pode ser que ela nem dê a você todas as respostas existenciais que você tant procura. Contudo, esa vida abundante pode dar a vocÊ paz nesta existência e uma vida eterna no futuro após a morte. Sim, eu creio em vida após a morte Para receber esta vida, não é necessário fazer mágicas, não é preciso subir uma escadaria de joelhos e nem mesmo dar todo o seu dinheiro para uma igreja. Basta apenas crer. Entre no seu quarto e diga: "Senhor Deus, eu não o conheço muito bem, mas eu gostaria de provar a vida abundante que você tem pra mim. eu aceito Jesus Cristo, seu filho, como único senhor e salvador da minha vida e prometo que tentarei segui-lo, com a sua ajuda, todos os dias da minha vida. Também convido ao Espírito Santo de Deus me ensinar tudo sobre você". Depois disso, é só estar com os ouvidos e os sentimentos abertos, pois Deus começará a falar com você. Talvez não seja aquela voz que a gente costuma ouvir nos filmes hollywoodianos, mas será uma voz que você reconhecerá. Bom, já falei demais. Tudo isso foi para dizer que sou feliz, que estou feliz, e qual o motivo desta felicidade. Em breve escreverei mais. Por hora é só. Segue o link para o texto original: http://godarchy.blogspot.com/2005/02/nada-pra-postar.html Não deixe de ler "Eu mesmo 'revisited' I"

Eu mesmo "revisited"

Andei relendo alguns posts meus, antigos, lá de 2005. Relendo-os, percebi que algumas coisas que eu pensava, alguns conceitos, formas de ver e pensar, mudaram bastante em menos de 2 anos. PErcebi que amadureci bastante, que perdi um pouco da minha ingenuidade em relação a minhas crenças e em relaçãoao mundo ao meu redor. Então eu resolvi reesecrevê-los, sempre que der vontade. Um deles vai aqui. Após essa releitura de mim mesmo, segue o link para o texto original. Percebam as mudanças. Nuits in Noir Eu sei, eu sei: para cada noite em claro envelhecemos pelo menos uma semana além do que envelheceríamos se estivessemos dormindo, não reorganizamos nossos nerônio e por isso não conseguimos pensar muito bem, e mais uma série de outros problemas, eu sei, mas eu simplesmente não consigo dormir e deixar de fazer o que eu quero. E sabe por quê? Porque é a única hora que eu faço o que eu quero, sem que ninguém mande ou "peça educadamente". Desculpem-me aqueles que nunca esperariam ouvir isso de mim, mas atire a primeira pedra... Hoje em dia ninguém mais vive o que deseja, e sim o que a sociedade deseja pra ela. Eu não queria ter que trabalhar o dia inteiro. Por que os cariocas podem ter duas horas do almoço, e alguns ainda saem mais cedo do trabalho e vão até à praia, enquanto eu tenho que trabalhar que nem um condenado para comer o mesmo que eles, comprar o mesmo que eles? Algo está errado e eu sei o que é. O carioca NÃO É VAGABUNDO! Aqui em SP é que trabalhamos demais! Somos bitolados, doentes por trabalho, viciados em sermos chamados "a locomotiva do Brasil", "o Estado mais rico da união", e esses nomes que nos deixam com orgulho de sermos paulista. Orgulho de quê, peloamordedeus??? Orgulho de morrer de estresse mais rápido que os nossos irmãos mais espertos. Sim, mais espertos, porque só um bando de manés como nós pra ter não sei quantas vezes mais ataques do coração que o resto da galera e ter orgulho disso, tenha santa paciência.... Gosto muito de São Paulo, mas uma hora a gente explode — literalmente, CABUM!!! — e aí eu quero ver todo mundo se orgulhar... Orgulhar-se de trabalhar que nem maluco é a pior coisa que existe. Tudo isso sabe pra quê? Pra falar que estou cansado, cansado dessa correria, cansado de trabalhar que nem um burro de carga para pessoas que me enxergam como uma máquina tradutória. Pois é, um dia agente explode. Acho que hoje eu quase explodi, mas foi apenas uma descargazinha, um desabafo. Graças a Deus que acima de todo problema e de toda loucura, posso me refugiar na paz que excede todo entendimento, essa que vem de Deus Segue o link do texto original: http://godarchy.blogspot.com/2005/01/mais-uma-noite-em-branco.html

03 setembro 2007

Tente outra vez...

(Raul Seixas/ Paulo Coelho/ Marcelo Motta)
Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez

Beba
Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não não não não

Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar,
não não não não
Há uma voz que canta,
uma voz que dança,
uma voz que gira
Bailando no ar

Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez

Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez

02 setembro 2007

Somente o necessário...

Hoje acordei em um dia atípico: atípico porque pela primeira vez em meses tenho um domingo que não preciso acordar trabalhando (embora esteja pensando no trabalho...). Há muito tempo o meu fim de semana tem sido uma correria tremenda, trabalhando que nem um louco, sem ter tempo pra pensar em nada, na vida, na minha saúde, em nada; eu simplesmente sento em frente ao PC, provavelmente com um manual técnico escrito em língua anglo-americana, e começo a passá-lo para o luso-latim "corrompido" (graças a Deus) das, como diz Paulo Brabo, Índias Ocidentais. Sem tempo, acabo esquecendo que sou gente. Sinto-me como uma máquina: todos estão passando à minha volta, mas a ninguém percebo; contínuo num avanço intrépido para lugar algum... Hoje, que posso parar um pouco (sim, um pouco porque à noite já tenho trabalho - que poderia estar fazendo agora, mas resolvi dar um tempo pra mim), vejo o quanto estou correndo e me desgastando. Na verdade, tenho percebido isso há muito tempo, mas sem poder refletir. Será que eu tenho que correr tanto assim? Será que a vida tem que ser essa loucura? Eu acho que não. Em meu discursos, seja num sermão dominical ou numa conversa com a Sandra, sempre digo que temos que adaptar os nosso bens ao nosso dinheiro, adquirindo um padrão de vida de acordo com os ganhos, e não o contrário. Porém, às vezes me pego fazendo o contrário, entrando no "esquemão" da vida: tentando ganhar cada vez mais para satisfazer os meus gostos. Isso leva o ser humano à bola de neve do "quanto mais se tem, mais se quer". Tenho que me policiar se quizer chegar aos 40 com menos frustrações do que as pessoas normalmente têm. Não posso exigir muito de mim ou da vida. Como dizia o Balú do Mogli: "Necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais..."