18 julho 2007

Postagens do Orkut.

Olá, pessoal.

Como estou sem tempo de postar textos novos, passarei a postar alguns textos meus publicados em vomunidades do Orkut. Espero que gostem.

O texto a seguir foi escrito em resposta a uma pessoa que disse que um cristão não pode namorar, ou casar, com pessoas não cristãs, alegando o tal do "jugo desigual" tratado na Bíblia, em 2 Coríntios 6. Então eu deia a minha opinião, pois sou contra essa lei do jugo desigual no que diz respeito à religião. Tem tanta gente aí que é da mesma religião que o seu próximo, mas ao mesmo tempo é totalmente incompatível com seu próximo.

Jugo Desigual Pessoal, não quero ser chato, nem parecer o "inteligentão" (até porque eu não sou), mas vocês já pararam para ler esse texto inteiro (2 Cor. 6)? Já leram o capítulo todo e viram qual era o assunto que Paulo vinha tratando no texto? Se não, dêem uma olhada, então, qual era o intuito de Paulo, na minha opinião: A graça de Deus e o bom testemunho Nos versículos 1, 2 e 3, Paulo pede para que os irmãos "corinthianos" dessem muito valor para a graça que a eles foi dada (a salvação), e que dessem bom testemunho. Sabemos que a galera de Corinto às vezes se exacerbava no comportamento. Chegaram ao ponto de fazerem a maior bagunça na Ceia, de modo que Paulo, anteriormente, mandou que "não se embriagassem na Ceia" (I Cor. 11). No versículo 3 do capítulo 6 de II Coríntios, paulo pede para que eles não dêem "nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado". Ou seja, Paulo faz censuras de comportamentos sociais neste capítulo, relacionadas aos comportamentos dos coríntios. Ele continua do verso 5 ao 10, expondo uma série de dificuldades que os cristãos poderiam passar, e que, possívelmente estavam passando. Nos versiculos 11-13, Paulo pede para que não sejam tão voltados às suas próprias paixões e vontades, mas que se despogem destas. Provavelmente, os coríntios queriam ser cristãos, mas não estavam muito afim de produzir as obras do Espírito. Deviam ser resmungões, gostarem de festas profanas, de responder tudo com ignorância, no melhor estilo "olho por olho, dente por dente", e Paulo dizia que isso os limitava. Aí, a partir do verso 14 até o final, Paulo completa a sua idéia: "não sejam participantes nas festas dos ímpios. Não participem de suas solenidades, não se esforcem com eles para praticar os desejos da carne". Paulo é muito claro "não toqueis em coisas impuras; e eu vos recebereis", ou seja, parem de produzir os frutos da carne, para que sejam verdadeiros cristãos.

Em momento algum Paulo disse "não se deitai", ou ainda "não casai com mulheres ímpias". Imagine bem. Se fôssemos levar isso pro lado das nossas relações pessoais, e se fossemos levar ao pé da letra esse lance de "não há associação entre luz e trevas", nós não poderíamos fazer nada com "ímpios": não poderíamos abrir uma sociedade empresarial, não poderíamos fazer projetos profissionais, nem trabalhos de escola... nem mesmo poderíamos ter conta em bancos "ímpios", ou comprar e vender para ímpios, pois quando fazemos uma dessas coisas, estamos de certa forma, nos associando ao ímpio. A Palavra neste capítulo, pelo menos pra mim, é muito clara e não fala de relacionamentos amorosos. No meu entendimento (não me atrevo a falar "Deus diz"; antes, que ele fale no coração de cada um), esse texto nos traz a seguite idéia: não cometam os mesmos atos dos ímpios, não participem das festividades dos outros deuses, não dêem escândalo, para que não sejam tratados como ímpios. Sejam íntegros. Mostrem às pessoas o amor de Deus e de Jesus Cristo. Andem como cristãos, e Deus os receberá na Sua graça. Nada mais além disso.

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