23 agosto 2005

O Messias do Mal

Este último fim de semana foi sufocante.

Perdi um trabalho de uma semana com um pequeno pressionar de "delete" e tive que virar as madrugadas sáb>dom>seg trampando pra recuperar o "trampo perdido". Porém nem tudo foi espinhos.

Fui para a casa da minha sogra (não, eu não odeio a minha sogra. Pelo contrário: gosto muito dela. É uma mãe em todos os sentidos). Cheguei lá e a minha cunhada alugara alguns filmes. Um deles, o qual assisti, é "O Messias do Mal" (Savage Messiah, Canada, 2002, Cor).
Li a sinopse do filme e pensei: trata-se de mais um filminho medíocre querendo aparecer. Mas quando comecei a assistir ví que era bem diferente, que era um filme que, por trás da roupagem drama/terror, fazia com que pensássemos o quão destrutivo pode ser o homem quando tomado por suas convicções.


O filme conta a história, baseado em fatos, de "Moisés" (Luc Picard), líder de um culto estranho chamado Roch Thérault (uma comunidade aparentemente hippie/cristã) e de suas concubinas e filhos que aparentemente levam uma vida normal, até que a assistente social Paula Jackson (Polly Walker) visita a comunidade e passa a desconfiar dos habitos nada ortodoxos dos seus membros. A partir de então começa uma luta para que Paula possa libertar oito mulheres e 26 crianças do aprisionamento físico e mental a que são submetidos.

Com um ritmo empolgante, que por vezes chega a dar pânico e desespero pela forma como o líder trata os seus seguidores, o filme merece destaque no seu fim de semana; vai ser bem mais proveitoso do que assistir Faustão e Cia.



Olha aí o poster do filme. A cara do cidadão é intrigante, não é?


Olha aí o "todo-poderoso" (Luc Picard) sentado no seu trono no meio do nada.


E esta aí é a "salvadora da pátria" (Polly Walker)


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